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Mostrando postagens de Novembro 8, 2015
Especial
10 Grandes "Suicídios Comerciais" da Música

Quando se forma um público fiel e se lança discos elogiados por todos, o mais seguro é sempre os artistas entregarem aquilo que se quer, sem riscos. Alguns, no entanto, quebram a tradição do "mais do mesmo", e resolver correr contra a maré. A estranheza e a crítica severa serão inevitáveis, mas, o resultado, muitas vezes, é recompensador.


10º
Álbum: "Pinkerton" (1996)
Banda: Weezer
O que público e crítica queriam? Uma nova "Buddy Holly".
O que tiveram? Um disco melancólico, repleto de assunto que aludiam à desilusões, o que contrastava (e muito) com o trabalho de estreia da banda. Na época do lançamento, quase todos foram implacáveis em taxar "Pinkerton" de lixo. Os leitores da Rolling Stone o elegeram o terceiro pior lançamento de 1996. O tempo, porém, colocou o álbum no seu devido lugar: uma obra singular e pesada de um grupo quase sempre alegre e festivo, como o Weezer.



Álbum: "Di…
Dica de Filme

"Mary e Max" (2009)
Direção: Adam Elliot.


Desde "Shrek" que as animações comerciais vêm se mostrando cada vez mais ácidas e críticas, chegando às raias do humor negro. De fato, são desenhos mais para adultos do que para crianças propriamente. Só que poucas conseguem soar um pouco inocentes, e ainda serem críticas o suficiente para dar suas "alfinetadas". Sim, "Mary e Max" tem esse ar inocente, apesar de sua palpável melancolia.

Na realidade, a ingenuidade está nos protagonistas, que dão nome ao filme. E, eles são ingênuos justamente porque são incompreendidos. Mary, que vive na Austrália, mora com um pai ausente e uma mãe alcoólatra e creptomaníaca. Apesar dos pesares, como toda criança, tem os pensamentos mais inusitados possíveis, sempre com uma lógica toda particular. Já, Max, que reside em Nova York, é depressivo e não consegue fazer amigos, além de ter sérios problemas com obesidade.




É quando os dois, por um arroubo do destino, …