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Mostrando postagens de Junho 5, 2016
Dica de Disco

"Hollow Bones" (2016)
Artista: Rival Sons.


Ser "retrô" tem feito, em linhas gerias, muito bem ao rock. Afinal, é com essa proposta de revisitar o passado que alguns dos melhores trabalhos do estilo foram feitos nos últimos anos, de "Ts This It" (do Strokes), a "Blunderbuss" (do Jack White). A banda Rival Sons está nesse bem-aventurado grupo de gente que não se incomoda em escancarar suas influências a cada álbum. E, é notória a evolução que ela vem adquirindo ao longo de sua carreira, com trabalhos cada vez mais elaborados, com forte carga no hard rock do Led Zeppelin, mas, preservando certa identidade.

Este "Hollow Bones" é o disco mais prazeroso de ouvir do Rival Sons. Tanto a estrutura do disco (composto por apenas 9 canções, como nos antigos lançamentos da década de 70, por exemplo), como na sonoridade que transborda carisma e competência, o álbum é um deleite para os amentes do som feito de épocas atrás. Tudo começa co…
Lista


A palavra "monstro" sempre teve um sentido bastante pejorativo para nós, referindo-se simplesmente a criaturas malignas, e geralmente com aparência horrenda. Mas, olhando de perto, muitos desses "monstros" podem ser apenas seres incompreendidos, que serem o mais puro instinto. E, não raro, o verdadeiro monstro aparece na forma de um ser humano aparentemente comum. Portanto, esta lista não visa somente enumerar filmes com aquelas criaturas mais clássicas, e sim, abordar o monstro em sua concepção mais ampla (para o bem e para o mal).

10 Ótimos Filmes com Monstros (Literais ou Não)


10°
"Parque dos Dinossauros" (1993)
Filme responsável pela verdadeira "febre" por dinossauros que tomou conta de toda a década de 90. Mas, a produção fez por merecer o sucesso. Spielberg juntou todas as (boas) fórmulas do cinema de aventura aqui, causando uma tensão genuína na hora que as criaturas pré-históricas aparecem, em especial, o T-Rex, que rouba a cena toda …
Dica de Disco

"Weezer (White Album)" (2016)
Artista: Weezer.


A monocromia que nos permite a liberdade. Que aceita em sua superfície uniforme que exploremos e experimentemos formas, arranjos, conteúdos. Na música, ela é emblemática. Emprestou o seu conceito a obras essenciais, do Álbum Branco dos Beatles, ao Disco Preto do Metallica. No universo alternativo, coube ao Weezer fazer da monocromia uma de suas ferramentas. Os melhores trabalhos de uma das bandas mais "nerds" de todos os tempos são assim: do Azul, passando pelo Verde, e chegando, mais recentemente, ao Vermelho. Quando pensávamos que a fórmula havia se esgotado, eis que surgem com esta pérola Branca, desde já, um dos mais agradáveis discos de 2016.

O que faltava em trabalhos anteriores, aqui temos de sobra: guitarras altas, com muita distorção, letras inusitadas, e, claro, muita "nerdice" e diversão, mas, sem perder a atitude do bom e velho rock'n roll. Tudo elevado ao padrão Weezer de qualidad…
Dica de Filme

"Match Point" (2005)
Direção: Woody Allen.


No tênis, "match point" é aquele ponto decisivo, o que encerra um jogo. Já, o cineasta Woody Allen usou essa expressão para compor um filme cheio de significados e nuances, por sinal, num estilo bem diferente do que habitualmente vemos em seus filmes. Primeiramente, esqueça a comédia. Aqui não há um motivo sequer para sorrir, a não ser que seja aquele sorriso amarelo, forçado, nervoso. Também não há, necessariamente, personagens paranoicos na trama; apenas pessoas desiludidas se envolvendo com outras numa "aparência" social de normalidade.

Nesse contexto, temos um tenista profissional, Chris Wilton, que, cansado da carreira, vai dar aulas num clube de elite. É nesse lugar que ele começa a almejar um certo estilo de vida, querendo fazer parte da alta roda da sociedade. Como ele mesmo sempre diz, "o que vale mais para você conseguir as coisas na vida é a sorte, e não a bondade." Acaba conhecen…
Dica de Filme

"A Espinha do Diabo" (2001)
Direção: Guilhermo del Toro.


Nem sempre o que é literal, funciona. No cinema, por exemplo, às vezes, um filme de guerra perde fora justamente por apresentar um conflito de maneira muito óbvia. Só que, com "A Espinha do Diabo", o cineasta Guilhermo del Toro aproveitou algumas alegorias (como a dos fantasmas) pra falar de forma bem eficiente sobre a Guerra Civil Espanhola, mais ou mesno como ele fez brilhantemente em "O Labirinto do Fauno". Por sinal, ambas as produções possuem suas similaridades, entre elas, serem protagonizadas por crianças.

A criança em questão aqui é Carlos, órfão, que é levado a uma espécie de orfanato no meio do nada, para se juntar a tantos outros órfãos da guerra. Lá, a adaptação não será fácil, principalmente, por conta de alguns meninos que o perseguem, e de um misterioso fantasma que assombra o lugar. O lugar ainda possui outras peculiaridades, como ter em seu pátio uma enorme bomba que foi…