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Mostrando postagens de Setembro 25, 2016
Debate Sócio-Político

Quando Pararmos de Sermos Seletivos, Teremos Avançado no Combate à Corrupção
Por Erick Silva
A indignação seletiva é tão perniciosa quanto a corrupção que se alastrou pelo país. Longe de defender partido A ou B, político X ou Y, o que temos que entender é que é bastante incômodo vermos uma população que se diz bem informada, esbravejando contra a corrupção, mas, com um discurso totalmente partidário, e que resvala, ora na hipocrisia, ora no mais puro ódio. PT, Lula e Dilma viraram os verdadeiros demônios a serem combatidos, em contrapartida aos que possuem até mais denúncias e acusações do que partidários do Partido dos Trabalhadores, mas, que, por algum motivo, não merecem a indignação de quem se diz contra a corrupção. Devido a esse "lapso de memória", seguem alguns dos principais políticos do Brasil de hoje, que, é provável, não sejam nem um pouco honestos, mas, que são, estranhamente, esquecidos e até agraciados por muita "gente de bem".

Aéci…
Dica de Disco

"Love is Not Only What You Know" (2016)
Artista: Wight


Saudades dos anos 60, mais especificamente, do Grand Funk Railroad, do Taste e do Sly and the Family Stone? Com vontade de ouvir um disco atual que tenha uma aura totalmente retrô, mas, com qualidade por parte dos envolvidos, e até uma certa identidade no som? Então, este "Love is Not Only What You Know" é ideal pra você. Não à toa, o nome da banda remete ao famoso festival na ilha de Wight, na Inglaterra, ocorrido no final dos anos 60, e que teve nomes como The Doors, The Who, Jimi Hendrix, Free, Miles Davis, etc. Pra completar, a capa do álbum remete ao psicodelismo daqueles mágicos tempos. Não tem como negar as influências do Wight, portanto.
Tendo gravado dois bons discos como um power trio, o grupo chega ao seu terceiro registro com o acréscimo dos percussionista Steffen Kirchpfening. O restante da formação conta com René Hofmann (guitarras, teclados e vocais), Peter-Philipp Schierhorn (baixo) …
Matéria

"Nevermind": Há 25 Anos, o Nirvana Entrava para a História
Por Erick Silva


A reinvenção é uma necessidade. No caso da indústria fonográfica, de tempos em tempos, algo de verdadeiramente novo, ou simplesmente de grande energia criativa, surge para tirar um pouco a letargia de artistas tão comuns, banais, triviais. Dito isto, voltemos no tempo, mas, precisamente, no início da década de 90 passada. O que tínhamos na música norte-americana, em geral? Michael Jackson e Witney Huston nas suas fases mais bregas. No rock, a coisa não era diferente. Com raríssimas exceções (como o Guns'n Roses), o que predominava era o chamado "metal farofa", que não perdia em nada em termos de breguice para os outros artistas citados. Tudo muito padronizado e chato, portanto.
Mas, numa cidadezinha de Washington, Seattle, uma "estranha" movimentação acontecia. Várias bandas, cada uma com um estilo próprio de fazer rock, mas, quase todas com um espírito bastante garageiro…