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Lista

20 Discos Essenciais Para Entender o Movimento Grunge 


Dizem que o grunge, como estilo musical, já morreu faz tempo. Mas isso não importa. Dizem o mesmo do rock, e ele está aí, até agora, firme e forte. O que importa mesmo é o legado deixado pela turma de Seattle e cia. Como movimento musical, o grunge cumpriu muito bem o seu papel de chacolhar a indústria fonográfica, principalmente, ao mostrar que a cena independente tinha (e tem) tanta (ou, mais) qualidade do que o mainstream. E, além desse legado ideológico importantíssimo, ainda tivemos ótimas bandas, que nos deixaram excelentes discos, alguns deles, podendo, facilmente, ser considerados como os "últimos grandes clássicos do rock", sem nenhum exagero. E, são estes discos que compõem esta lista, que serve como uma espécie de "guia" para se entender um pouco do que foi o grunge para a história recente da música.


Portanto, preparem as suas camisas de flanela e os seus tênis surrados, porque boa parte do som sujo e garageiro do grunge vai ecoar nos seus ouvidos... agora!

🎵


20°
"Singles"
1992
Vários
Muitos podem não saber, mas, o grunge teve até um "filme oficial", que contava com uma trilha sonora predominantemente grunge. Trata-se de "Singles - Vida de Solteiro", comédia romântica lançada em 1992, dirigida pelo jornalista musical Cameron Crowe e atuada por Bridget Fonda e Matt Dillon. E, quis o destino que a sua trilha sonora fosse bem mais conhecida do que o filme em si. Também pudera: com gente do quilate de Pearl Jam, Alice in Chains, Chris Cornell, Soundgarden e até o Smashing Pumpkins (que era de Chicago, e não de Seattle, vejam só), o público não tinha como ignorar uma trilha dessas. Detalhe que o Nirvana iria entrar com o hit “Smells Like Teen Spirit”, mas, como eles estouraram com o disco "Nevermind" antes do filme ser lançado, acabou ficando de fora da seleção (manter os direitos da música no filme ficou um pouco salgado!).



19°
"Incesticide"
1992
Nirvana
Quando o mundo esperava que Kurt Cobain & cia lançassem um "segundo Nevermind", a banda resolve colocar no mercado um disco de lados B e "sobras" que, ironicamente, possuem tanta qualidade que mais parecem pertencer a um álbum "inédito" dos caras. "Incesticide" chocou os fãs de ocasião, acostumados com o imensamente pop "Nevermind". Também pudera: ao invés de músicas com forte apelo comercial, o novo disco trazia a verdadeira cara do Nirvana: canções sujas, energéticas, urgentes, descompromissadas. Enfim, sensacionais. Ao que remetia diretamente aos primórdios do grupo, que soava como uma autêntica banda garageira em sua estréia, com o excelente "Bleach". E, foi para os fãs dessa essência do Nirvana que "Incesticide" foi dedicado, com louvor. Segue.



18°
"Dry As a Bone/Rehab Doll"
1990
Green River
A Green River foi uma banda fabulosa, cujos integrantes iriam formar, posteriormente, outras grandes bandas de Seattle, como o Mudhoney, o Mother Love Bone e até mesmo o Pearl Jam. Mais grunge do que isso, impossível! Depois de dois EP's e um disco cheio (todos formidáveis), a banda coloca no mercado, em 1990, "Dry As a Bone/Rehab Doll", que nada mais é do que a junção de "Dry As a Bone" (o segundo EP deles, lançado em 1987) e "Rehab Doll" (primeiro disco do grupo, datado de 1988). E, o que temos com essa união é um baita de um disco de rock, que é grunge em estado puro, empolgante do começo até o final. Vale cada segundo. Aproveita aí.



17°
"Gish"
1991
Smashing Pumpkins
É verdade que o Smashing Pumpikins era de Chicago, e, aparentemente, não tinha nada a ver com a nova cena de Seattle. Mas, ao escutar o primeiro rebento deles, percebemos o quanto eles tinham a ver com a turma do grunge. Guitarras sujas, letras passionais e muita atitude. É verdade que, ano após ano, a banda foi se perdendo um pouco, principalmente, após o grande sucesso de "Mellon Collie and the Infinite Sadness". Porém, os três primeiros discos do grupo continuam sendo discoteca básica pra qualquer um que goste minimamente do rock'n roll dos anos 90, em especial este aqui, que tem os dois pés fincados no grunge, com louvor.



16º
"Core"
1992
Stone Temple Pilots
Quando lançou seu debut, o Stone Temple Pilots foi verdadeiramente massacrado pela crítica, acusado de ser cópia barata do som de Seattle (e, isso porque não se sabia que, anos depois, viria algo como o Creed... hehe). Mas, escutando "Core" hoje em dia, percebe-se a enorme qualidade do material, com petardos do quilate de "Sex Type Thing", "Wicked Garden" e "Plush". E, mesmo que o som remetesse a bandas como Pearl Jam e cia, o Stone Temple Pilots sempre teve vida própria, muito por conta do saudoso vocalista Scott Weiland, um dos melhores de sua geração.



15°
"Apple"
1990
Mother Love Bone
Quando a Greem River, uma das bandas pioneiras do movimento grunge, foi desfeita, três de seus integrantes (os guitarristas Stone Gossard e Bruce Fairweather e o baixista Jeff Ament) se juntaram ao baterista Greg Gilmore e ao vocalista Andrew Wood. E, assim surgiu um dos grupos mais seminais da época grunge: o Mother Love Bone. Nessa época, só deu tempo da banda lançar dois discos: um EP e este "Apple". Isso porque, pouco tempo depois de "Apple" chegar ao mercado, o carismático frontman Andrew Wood é encontrado morto devido a uma overdose de heroína. Acabava ali uma das melhores bandas que Seattle já teve. 



14°
"Louder Than Love"
1989
Soundgarden
Muitos podem não saber, mas, o Soundgarden foi uma das bandas mais antigas a integrar o movimento grunge. Formada no longínquo ano de 1984, em pouco tempo, ela se tornou uma das mais populares da região, e um das mais emblemáticas daquela movimentação toda. E, antes de atingirem o mainstream com o excelente "Badmotorfinger", fizeram esta verdadeira pancada sonora que atende pelo nome de "Louder Than Love". Muitas das características do grupo já estavam muito bem lapidas aqui, em especial, a potente voz de Chris Cornell, que nos deixou recentemente. Um disco que é grunge até o talo, e uma verdadeira aula de rock'n roll. 



13°
"Stoner Witch"
1994
Melvins
O Melvins sempre foi uma ótima banda, mas, só teve os seus méritos reconhecidos pelo grande público (pelo menos, por um curto espaço de tempo) graças a Kurt Cobain, que apontava o grupo como uma de suas maiores influências. "Stoner Witch" é o segundo disco do Melvins  por uma grande gravadora (a Atlantic), o que só prova o quanto o grunge foi importante para a música independente da época, quebrando barreiras antes intransponíveis. Mas, independente de qualquer coisa, temos aqui um álbum único, primoroso, com as mais diversas características, que iam das típicas guitarras sujas do mais puro grunge, ao (acreditem) free jazz. Tal miscelânea de estilos foi responsável por fazer a cabeça de gente como Mike Patton e o pessoal do Mastodon. "Stoner Witch" é uma pérola atemporal.



12°
"Sweet Oblivion"
1992
Screaming Trees
Certamente, uma das bandas menos badaladas de Seattle. Só que isso não se justifica, dada a solidez de sua obra. "Sweet Oblivion" é o segundo disco dos caras, e já mostram grande maturidade ao incorporarem psicodelia, folk, country e hard rock ao seu college rock. O resultado é um trabalho poderoso, dando destaque à ótima voz de Mark Lanegan, que, anos depois, iria contribuir de maneira significativa com o Queens of the Stone Age, uma banda com latíssimas influências do grunge. Voltando a "Sweet Oblivion", temos aqui excelentes composições, como "Shadow of the Season", "Dollar Bill" e "Nearly Lost You" (esta, incluída na trilha sonora do filme "Singles – Vida de Solteiro"). Um verdadeiro petardo.



11º
"Above"
1995
Mas Season
Seattle realmente foi a terra das "superbandas", e a Mad Season foi, sem dúvida, um das mais seminais. Foi formada em 1994  pelo guitarrista Mike McCready, do Pearl Jam, o vocalista Layne Staley, do Alice in Chains, o baterista Barrett Martin, do Screaming Trees e o baixista John Baker Saunders, do The Walkabouts. Infelizmente, só durou um disco. E, que disco! Numa mistura maravilhosa de blues com hard rock, "Above" evidenciava um refinamento absurdo nas composições, e, claro, com letras bastante passionais. O disco ainda contava com participações mais do que especiais de  Mark Lanegan e do saxofonista Nalgas Sin Carne. Um álbum, acima de tudo, belíssimo. 



10°
"Ten"
1991
Pearl Jam
O sucesso, às vezes, atrapalha. No caso do seu debut, o Pearl Jam alcançou um nível de "estrelato" talvez nunca imaginado por nenhuma banda de Seattle. E, isso foi bom e ruim, ao mesmo tempo, principalmente, por ter deixado a banda bem mais visível, e mais sujeita a críticas (algumas, até certeiras, mas, a maioria, infundadas). No entanto, "Ten", mesmo destoando um pouco do som habitual do grunge, contém vários elementos típicos do estilo, como as incríveis melodias, e as guitarras grudentas (mas, nem tão sujas assim). Bem além de "Jeremy", o disco possui músicas bem melhores, como "Black", "Porch" e "Garden". Sem contar as letras do líder e vocalista Eddie Vedder, sensível como poucos e ativista de mão cheia. Enfim, um discaço.




"Bricks are Heavy"
1992
L7
O grunge também tinha as suas representantes femininas, e o L7 foi o melhor exemplo disso. Apesar de serem originárias da Califórnia, as quatro integrantes do grupo faziam um som que serviu como uma luva para o estilo das camisas de flanela. Este "Bricks are Heavy" foi produzido por Butch Vig, o mesmo do arrasa-quarteirão "Nevermind". O resultado é um típico trabalho das bandas daquele tempo, com a adição de muito sarcasmo, ativismo e humor. Exemplo? Em "Wargasm", há o seguinte verso: "The Pentagon knows how to turn us on", ou seja, "O Pentágono sabe nos deixar com tesão" (éw bom lembrar que naquela época a Guerra do Golfo estava no auge). Para mostrar que as mulheres sabem fazer um som que transpira revolta e atitude, sim, obrigado.




"Dirt"
1992
Alice in Chains
Depois do grande sucesso do disco de estreia, o "Facelift", talvez poucos acreditassem que o Alice in Chains pudesse fazer um disco de igual envergadura. Bem, dois anos se passaram, e eles colocaram no mercado o sensacional "Dirt", ainda mais sujo, melancólico e visceral que o anterior. Hits certeiros como "Them Bones", Down in a Hole", "Rooster", "Angry Chair" e "Would?". Layne Staley, como cantor, superando-se cada vez mais, e Jerry Cantrell, como guitarrista, mostrando por que foi um dos melhores de sua geração. Letras genuinamente angustiadas, anos depois, revelado pelo próprio Staley que se tratava de álbum sobre a luta contra as drogas. O tempo, tristemente, mostrou que o vocalista do Alice tinha muitos demônios internos nesse sentido. E, como um verdadeiro testamento, ele deixou "Dirt", um disco verdadeiramente magistral.

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"Bleach"
1989
Nirvana
Antes de tomar o mundo de assalto com "Nevermind", o Nirvana era uma banda tipicamente punk (em todos os sentidos). Até o custo para gravar este debut deles foi baixíssimo, cerca de míseros 300 dólares. Mas, o que se ouve aqui está longe de um amadorismo musical. De composições com um frescor pop genial ("About a Girl") a pancadas sonoras possuidoras de uma raiva autêntica ("School" e "Negative Creep"), o álbum de estreia de Kurt Cobain e cia transpirava urgência, e ainda hoje, continua essencial para quem gosta, minimamente, de música independente. Como curiosidade vale dizer que Dave Grohl só integraria a banda no disco seguinte. Aqui, o baterista é Chad Channing, sendo que Dale Crover foi quem tocou o instrumento em "Floyd the Barber", "Paper Cuts" e "Downer".




"Badmotorfinger"
1991
Soundgarden
Quando lançou "Badmotorfinger", o Soundgarden já vinha de uma carreira consolidada, com dois ótimos discos já lançados. Mas, aí é aquela história: banda certa no lugar certo na hora certa. No auge do grunge, "Badmotorfinger" foi mais do que bem-vindo, possuindo um som vigoroso, letras bastante críticas, e aquele que pode ser considerado o melhor vocalista que o grunge teve: Chris Cornell. Não à toa, com tantos atributos, músicas como "Rusty Cage", "Outshined" e "Jesus Christ Pose" caíram rápido nas graças do público. Outras composições também tinham uma qualidade absurda, caso de "Face Pollution" e "Holy Water". Resultado: um clássico moderno, indo até mesmo além das barreiras que o grunge impunha.




"Superfuzz Bigmuff + Early Singles"
1990
Mudhoney
Pra quem não sabe, superfuzz e bigmuff são os nomes dados a dois tipos de pedais de guitarras, muito utilizados por bandas "de garagem". Seus efeitos sujos proporcionam um som tipicamente de "garagem". Então, o que podemos esperar de um disco cujo título é "Superfuzz Bigmuff "? Um trabalho 100% grunge, sem dúvida (afinal, como disse certa vez Mark Arm, vocalista do Mudhoney, "o grunge é um estilo de guitarras"). "Superfuzz Bigmuff + Early Singles" é uma reedição de 1990, lançada pela Sub Pop (gravadora do grupo), que aproveitou o crescente reconhecimento do Mudhoney para relançar o seminal EP de estreia da banda, adicionando às seis faixas do trabalho original mais dois covers: "Hate the police", do Dicks, e "Halloween", do Sonic Youth. O resultado? Uma potência sonora como poucas.




"Vs"
1993
Pearl Jam
Depois de quebrar todas as barreiras possíveis com "Ten", o Pearl Jam começou a fazer discos cada vez mais classudos, introspectivos e geniais. O primeiro dessa nova leva de lançamentos foi o excelente "Vitalogy", mas, o ápice veio mesmo com este "Vs", espetacular do começo até o final. As duas cações que abrem o álbum ("Go" e "Animal") lembram bastante a banda em sua estreia, mas, a partir delas, "Vs" toma um rumo mais diversificado, com composições do calibre de "Rearviewmirror" e "Indifference", além de possuir duas das mais belas baladas que o grunge conseguiu produzir, "Daughter" e "Dissident". Depois desse disco, a banda foi por caminhos cada vez mais tortuosos (e, interessantes), e hoje, podemos dizer que ela é uma sobrevivente digna daquele período.




"Facelift"
1990
Alice in Chains
Uma das melhores estreias não só do grunge, mas, do rock em geral. Exagero? Então, digam que outro disco poderia ter, na sequência de abertura, petardos como "We Die Young", "Man in the Box", "Sea of Sorrow" e "Bleed the Freak"? Pouquíssimos, não é? E, não obstante, "Facelift" ainda tem outros momentos arrebatadores, como na belíssima (e, triste) "Love, Hate, Love". Staley e Cantrell (os Jagger e Richards do grunge) estavam afiadíssimos, no auge, e conseguiram, já na estreia da banda, imprimir uma identidade tão marcante, que ela perdura até hoje, mesmo com outro grande vocalista a integrar o grupo atualmente (o carismático William DuVall). Discoteca básica, fácil, fácil.




"Temple of the Dog"
1990
Temple of the Dog
O grunge, a bem da verdade, sempre foi uma espécie de "irmandade", acima de tudo. Pessoas amigas entre si, que formavam bandas, projetos, tributos, e por aí vai. Coube, então, a desses supergrupos a missão de lançar uma das pedras fundamentais do estilo: o Temple of the Dog. Formado com o intuito de homenagear  Andrew Wood, vocalista do Malfunkshun e do Mother Love Bone, e muito querido dentro da cena grunge, o grupo tinha como integrantes  Chris Cornell, vocalista do Soundgarden (que encabeçava o projeto),  Stone Gossard e Mike McCready nas guitarras, Jeff Ament no baixo, Matt Cameron na bateria e Eddie Vedder fornecendo um dueto com Cornell em "Hunger Strike" e nos vocais de apoio. Todos esses, ou já faziam parte do Soundgarden, ou iriam, muito em breve, formar o Pearl Jam. O resultado dessa junção foi um discaço do mais puro grunge, onde a conhecida "Hunger Strike" era apenas uma entre as várias ótimas canções do trabalho. Uma homenagem digna ao saudoso Andrew Wood.




"In Utero"
1993
Nirvana
Em 1993, o mundo da música clamava, implorava e exigia ao Nirvana que fosse lançado um "segundo Nevermind". Kurt Cobain, Dave Grohl e Krist Novoselic, que, juntos, faziam as coisas do jeito deles, e davam um verdadeiro fuck you para essa indústria, lançam, então, em meados de 1993, a pedra fundamental do grunge: "In Utero". Ao mesmo tempo, esse álbum era totalmente diferente de "Nevermind", o que, na época, chocou os fãs de ocasião, mas, não chegou a surpreender que já conhecia a banda desde "Bleach". As duas primeiras canções do disco ("Serve the Servants" e "Scentless Apprentice") eram a prova de que o Nirvana não estava para brincadeiras, mostrando um trabalho que, mesmo cativante, continha uma crueza e uma raiva que o público em geral não estava acostumado. Mesmo assim, o disco foi um sucesso, comprovando o Nirvana como um dos últimos lampejos de criatividade que a música pop teve nas últimas décadas. Após "In Utero", a banda gravou um belo acústico para a MTV, e, meses depois, Kurt partiu, deixando um legado, até hoje, insuperável.





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